Os que vejo sempre
Os que só vejo às vezes
Os que nunca vejo
Mas
Todos vivem em mim
Mostrar mensagens com a etiqueta Amigos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Amigos. Mostrar todas as mensagens
2008/07/29
2007/12/21
Natal & Amigos
(Não fui eu a autora, mas identifico-me com o texto. Autor Padre João Batista Megale, membro da Academia Mineira de Letras e autor de várias obras publicadas pelas Paulinas e pela Editora Ave-Maria no Brasil)
Quisera Senhor, neste Natal, armar uma árvore
dentro do meu coração e nela pendurar em vez de
presentes, os nomes de todos os meus amigos.
Os amigos de longe e de perto. Os antigos e
os mais recentes. Os que vejo a cada dia e os
que raramente encontro. Os sempre lembrados
e os que às vezes ficam esquecidos.
Os constantes e os intermitentes. Os
das horas difíceis e nos das horas alegres,
os que sem querer, eu magoei, ou,
sem querer me magoaram. Aqueles a quem
conheço profundamente e aqueles de quem não me
são conhecidos , a não ser as aparências. Os que
pouco me devem e aqueles a quem muito devo. Meus
amigos humildes a meus amigos importantes. Os nomes
de todos os que já passaram pela minha vida.
Uma árvore
de muitas raízes muito profundas para que seus nomes nunca
mais sejam arrancados do meu coração. De ramos muito extensos,
para que novos nomes vindos de todas as partes, venham
juntar-se aos existentes. De sombras muito agradáveis
para que nossa amizade, seja um aumento de repouso nas lutas
da vida.
Feliz Natal
Não
estão
por ordem
nem tem nenhuma
organização apenas aqui
constam os nomes daqueles que
considero e tenho como amigos Cristina
Teresa Fatima T Irene Joana Marina Carla Rui
Margarida Marina Luis José Joaquim Rui António Jorge
Nuno Fatima Susana Ana Cristina Catarina Gabriela Mª João
Faltam nomes mas os verdadeiro amigos aqueles que importam
sabem que o são
e estao por perto
Quisera Senhor, neste Natal, armar uma árvore
dentro do meu coração e nela pendurar em vez de
presentes, os nomes de todos os meus amigos.
Os amigos de longe e de perto. Os antigos e
os mais recentes. Os que vejo a cada dia e os
que raramente encontro. Os sempre lembrados
e os que às vezes ficam esquecidos.
Os constantes e os intermitentes. Os
das horas difíceis e nos das horas alegres,
os que sem querer, eu magoei, ou,
sem querer me magoaram. Aqueles a quem
conheço profundamente e aqueles de quem não me
são conhecidos , a não ser as aparências. Os que
pouco me devem e aqueles a quem muito devo. Meus
amigos humildes a meus amigos importantes. Os nomes
de todos os que já passaram pela minha vida.
Uma árvore
de muitas raízes muito profundas para que seus nomes nunca
mais sejam arrancados do meu coração. De ramos muito extensos,
para que novos nomes vindos de todas as partes, venham
juntar-se aos existentes. De sombras muito agradáveis
para que nossa amizade, seja um aumento de repouso nas lutas
da vida.
Feliz Natal
Não
estão
por ordem
nem tem nenhuma
organização apenas aqui
constam os nomes daqueles que
considero e tenho como amigos Cristina
Teresa Fatima T Irene Joana Marina Carla Rui
Margarida Marina Luis José Joaquim Rui António Jorge
Nuno Fatima Susana Ana Cristina Catarina Gabriela Mª João
Faltam nomes mas os verdadeiro amigos aqueles que importam
sabem que o são
e estao por perto
2007/10/04
Para os meus amigos

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos, não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre que o amor, eis que permite que o objecto dela se divida em outros afectos, enquanto o amor intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências.
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar. Muitos deles estão lendo esta crónica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E as vezes, quando os procuro, note-se que eles não têm noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem em desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque esta minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem-estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim compartilhando daquele prazer. Se alguma coisa me consome e me envelhece e a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
(Vinicius de Moraes)
Subscrever:
Mensagens (Atom)